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Margens estão tomadas por plantas aquáticas e em alguns trechos fica difícil enxergar o curso d'água.

26 01 2018 rio 2Depois de sofrer com o desaparecimento dos peixes e poluição, o Rio Alambari, em Resende, RJ, também enfrenta o assoreamento das margens. Alguns trechos do rio tem tanta planta que fica até difícil ver a água.

"Um dos principais problemas é a presença do esgoto, que traz as doenças relacionadas à água. Mosquitos por conta da água parada, em função da obstrução do fluxo do rio. Ratos por conta do lixo existente. Tudo isso gera problemas para a população", disse o ambientalista Luiz Felipe César.

Desde a nascente, no Parque Nacional do Itatiaia, o Rio Alamabari tem 15 km de extensão. A maior parte dele é sem poluição.

O problema começa quando o leito do rio chega na área urbana de Resende. No trecho, há muito lixo, como garrafas pet e sacos de lixo.

"A solução já está iniciada na medida que recentemente foi iniciado um tratamento de esgoto. É fundamental que haja coleta do lixo acumulado, a remoção das plantas aquáticas que estão obstruindo a passagem de água e uma melhor limpeza dessa área como mum todo. Tudo isso conjugado vai possibilitar a recuperação do rio".

Procurada pela produção do RJTV, a prefeitura de Resende informou que equipes da Defesa Civil e da secretaria de Obras estão acompanhando a situação.

Também disse que vem buscando soluções financeiras para resolver os problemas do saneamento básico na cidade, incluindo o Rio Alamabari. Além disso, afirmou que tem feito visitas às casas orientando os moradores sobre o descarte correto de lixo.

Fonte: G1

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